domingo, 7 de setembro de 2014

Pacotão do Vasco: de vilões a heróis, Thalles em ação e Neuer às avessas

Sem Kleber, suspenso, Thalles chamou a responsabilidade no ataque e participou muito nos 90 minutos. Além do gol ao estilo centroavante rompedor, deu combate, criou jogadas e tabelou frequentemente. Em uma delas, deu passe magistral para Pedro Ken desperdiçar a chance cara a cara. Aos 19 anos, errou também, é claro, mas ofereceu novamente esperanças à torcida de que poderá ser um trunfo para o acesso.
OFENSIVO: MODE ON
Uma das razões para que Thalles não ficasse isolado e estivesse em tarde inspirada foi a atitude da equipe. Com Maxi, Douglas e Pedro Ken chegando verticalmente - além dos laterais e em alguns momentos Aranda e os zagueiros -, o Vasco surpreendeu o adversário e não o deixou jogar no segundo tempo. O interino Jorge Luiz, que volta a ser auxiliar neste domingo, ganhou moral pela coragem e comemorou, na entrevista, que "o coletivo funcionou", e isso foi determinante para os três pontos. Resta saber se Joel Santava vai manter esse ritmo a partir de terça-feira, contra o Luverdense...
KEN SOLTO, SOLTO
 
Em recuperação de uma lesão por dois meses, Pedro Ken retornou à equipe neste sábado. E com muita movimentação e transpiração, foi um dos melhores do time. Mais livre e menos volante, como vinha sendo, apareceu como homem surpresa frequentemente e chegou a reclamar pênalti numa jogada em tentou driblar o goleiro. Em outros dois lances, saiu cara a cara e perdeu a oportunidade. Pode ser uma boa sacada para as próximas partidas com Diogo Silva já se declarou fã do goleiro Manuel Neuer, campeão do mundo pela Alemanha. E claramente tentar copiar alguns de seus passos, como o de sair do gol para atuar como um líbero em certos momentos, cortando lançamentos. Mas o vascaíno tem feito mais lambanças nesse tipo de jogada. Falhou no gol do América-MG ao calcular errado a distância e ser driblado por Obina. Em outras ocasiões colocou a mão na bola fora da área para evitar a progressão do atacante e levou amarelo. Abre o olho, Diogo...

Nenhum comentário:

Postar um comentário