sábado, 20 de setembro de 2014

É hoje! Vasco encara o Náutico buscando voltar ao G4

Pela 24ª rodada da Série B do Campeonto Brasileiro, o Vasco enfrenta o Náutico neste sábado, às 16h10 em São Januário. Atualmente o cruzmaltino está na 5ª colocação com 40 pontos. Para o Gigante da Colina voltar ao G4, basta empatar com a equipe de Recife, já que o Ceará, que momentaneamente ocupa a 4ª colocação, empatou com o Avaí em 1x1 nesta sexta-feira. Caso a vitória do confronto seja vascaína, o Vasco precisa de um tropeço da Ponte Preta diante ao Oeste, que joga no mesmo horário. Assim, o Vasco acabaria a rodada na 3ª posição da tabela.

FICHA TÉCNICA:

Vasco x Náutico

VASCO: Martin Silva; Diego Renan, Douglas Silva, Rodrigo e Lorran; Aranda, Guiñazu, Fabrício, Douglas e Maxi Rodriguez; Kleber. Técnico: Joel Santana.

NÁUTICO: Júlio César; Rafael Cruz, Mario Risso, Renato Chaves e Raí; João Ananias, Elicarlos, Paulinho e Vinícius; Sassá e Crislan. Técnico: Dado Cavalcanti.

Fonte: SUPERVASCO

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Seca? Saiba há quanto tempo Guiñazu não marca gols

GuiñazuAinda pelo Internacional, Guiñazu foi questionado se preferia fazer gol ou dar carrinho e não teve dúvidas: "dar carrinho, mil vezes!". Sincero ao extremo, o meia argentino tem levado tão ao pé da letra a opção que, agora pelo Vasco, já acumula duradouros cinco anos sem balançar as redes.

A última vez que o jogador comemorou um gol foi no dia 30 de agosto de 2009, na partida entre o Colorado e o Goiás, vencida pelo time gaúcho por 4 a 0. Na ocasião, como um típico atacante, invadiu a área e, com categoria, tocou de canhota, rasteiro, no canto direito do goleiro.

Mas se engana quem pensa que a "secura" de Guiñazu é uma exclusividade do vascaíno. Por diferença de um mês, o meia Pierre, do Atlético-MG, está há mais tempo que o argentino na fila.

Apesar da escrita ser um espanto para muita gente, Guiñazu mesmo não liga para isso. O jogador, por sinal, evita até mesmo concluir a gol. No jogo contra a Luverdense em São Januário, este ano, pela Série B, por exemplo, recebeu uma bola em excelentes condições quando se posicionava na entrada da área. Porém, ao invés de chutar, dominou e tocou para trás. Os jogadores do Vasco que estavam no banco de reserva não se contiveram e caíram na risada.

No dia do seu aniversário (26 de agosto), no entanto, por pouco este jejum não foi quebrado. Em jogo válido pela Copa do Brasil, contra o ABC, ele concluiu uma bola de carrinho que bateu na trave, fato que o fez levar as mãos à cabeça.

Para os companheiros, todavia, sua pouca afeição ao gol não importa.

"Conhecendo ele do jeito que é, não precisa mudar em nada. Não é um gol que vai fazer ele ter mais moral do que já tem, não vai mudar a vida dele. Se o time estiver ganhando de 4 a 0 e tiver um pênalti para o Guiñazu bater, ele não vai querer, porque ele é assim. Um cara extremamente profissional", declarou o meia Fabrício.

Os números de Guiñazu são realmente modestos nesta quesito. Com 36 anos, ele tem apenas 16 gols na carreira, sendo cinco pelo Newell's Old Boys (ARG), cinco pelo Saturn (RUS), dois pelo Libertad (PAR) e quatro pelo Internacional.

Não custa lembrar, porém, que sua função principal é a marcação, e nisto ele vem agradando ao longo do tempo. Além de ter se tornado ídolo no Libertad e no Colorado, já ganha respeito no Vasco, onde é titular, capitão e um dos mais queridos da torcida e do grupo.

Seu profissionalismo é tanto que mesmo quando estava com uma grave lesão ano passado, ia com frequência nas concentrações e nos jogos da equipe, inclusive alguns fora do Rio de Janeiro.

"A gente admira ele assim, do jeito que ele é. Se fizer um gol, vamos ficar felizes, mas ficamos felizes mesmo com os botes que ele dá, as vezes em que ele salva um gol, com a proteção que ele dá para a zaga, a segurança que ele me dá para eu sair um pouco mais para o ataque... Isso que faz a diferença para o Guiñazu. Gol não vai mudar o que ele é e o que ele representa para nós e para o Vasco", disse Fabrício.

Charles Guerreiro ficou famoso desta forma

Na década de 90, quem ficou famoso pela "seca" no quesito gols foi o meia Charles Guerreiro, que teve passagens por Flamengo, Vasco, entre outros. Na ocasião, porém, o ex-jogador ficou menos tempo que Guiñazu sem balançar as redes. No total, foram quatro anos e meio.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Foi pênalti contra o Oeste? Thalles responde

O lance que garantiu o empate do Vasco com o Oeste, terça-feira, em Manaus, foi tão polêmico quanto o gol validado do time paulista - em que a bola não entrou. Thalles entrou na área e caiu ao notar a tentativa de carrinho do zagueiro adversário. Depois do apito final, o atacante confessou que não sentiu o toque, mas crê que não tinha a responsabilidade de alertar o árbitro Paulo Schleich Vollkopf.

- Acho que realmente não pegou. Mas é do jogo, né? Eu não posso chegar para o juiz e falar que não foi pênalti - disse.

A cobrança foi convertida por Douglas em seguida e tirou o clube carioca do sufoco na partida pela 22ª rodada da Série B. Antes, na primeira etapa, Fábio Santos acertou um belo chute de longe, a bola bateu no travessão e quicou sobre a linha, mais uma vez enganando a arbitragem.

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Martin Silva - goleiro



Maxi Rodrigues - meia

Vasco empata com o Oeste na Arena da Amazônia

O Vasco levou um gol polêmico, esteve por alguns minutos fora do G4, mas, com um pênalti de Douglas, arrancou o empate em 1 a 1 com o Oeste, nesta terça-feira, na Arena da Amazônia, em Manaus, e manteve a quarta posição na tabela, com 40 pontos. O Oeste, por sua vez, é o 14º, com 27 pontos.

A polêmica do gol do Oeste se deve ao fato da incerteza sobre a bola ter ultrapassado a linha em chute de Fábio Santos.

Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Náutico, sábado, às 16h10, em São Januário. Já o Oeste vai até Campinas encarar a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli.

O jogo

De saída, o Vasco tentou arriscar de longe talvez apenas para soltar um certo nervosismo. De longe, Maxi Rodríguez calibrou o pé e mandou uma bomba, que passou perto e até assustou um pouco o goleiro Anderson.

O jogo era de muita marcação no meio de campo, disputa, mas sem a tal inspiração. Mesmo superior tecnicamente, o Vasco tinha noite sofrível e esperava apenas lampejos de Maxi Rodríguez, o único a levar a bola à frente com qualidade. Douglas, ao seu lado, era bem disperso. Kleber era marcado com alguma facilidade.

O primeiro lance de emoção do jogo foi, também, a polêmica da partida. Aos 19 minutos, Fábio Santos arricou da intermediária. A bola superu Martín Silva, bateu na trave e chegou a levantar cal na linha. Mas o árbitro teve a certeza do gol e apontou para o meio de campo. Oeste 1 a 0.

Na comemoração de Fábio Santos, a nota triste. Irritado com o lance, um torcedor vascaíno jogou uma latinha cheia de cerveja que atingiu em cheio o rosto do jogador do Oeste, que ficou caído por algum tempo. O objeto foi entregue ao árbitro pelo auxiliar e o vascaíno, identificado, foi convidado pela polícia a se retirar do estádio.

A desvantagem com um gol polêmico enervou o Vasco. Guiñazu passou a dar carrinhos descontrolados e acabou recebendo o cartão amarelo. Aos 27 minutos, Douglas recebeu grande lançamento de Fabrício na grande área, mas errou o tempo da bola e perdeu o lance, irritando a torcida. Não era fácil a vida vascaína na Arena Amazônia.

Aos 30 minutos, a situação ficou quase pior, quando o Oeste, numa das poucas escapadas, foi à ponta esquerda com Dênis, que cruzou na medida para a área. Rodrigo furou a interceptação e Fábio Santos bateu forte, de frente para Martín Silva, mas o goleiro uruguaio fez grande defesa.

No primeiro tempo, apenas um chute de Kleber, ainda que torto, chamou a atenção no Vasco. Mas o Oeste desceu para o vestiário em vantagem.

Na segunda etapa, Joel Santana tentou tornar o time mais ofensivo. Tirou Aranda e Maxí Rodríguez e pôs Dakson e Edmilson em campo. Nos primeiros minutos, até deu boa impressão, com mais presença na área e um chute forte de Dakson salvo por Anderson. Mas, com o passar do tempo e as poucas chances, o Vasco ficou mais nervoso em campo. Erros de passes, cartões por reclamações.

Ainda assim, o volume vascaíno era maior. Aos 25, em cobrança de escanteio, Rodrigo cabeceou perigosamente de cabeça. Joel, inquieto na área técnica, mexeu mais uma vez. Tirou Fabrício, um volante, para a entrada de Thalles. Melhorou. Embora o Oeste tenha tido espaço para dois contra-ataques, o Vasco era mais perigoso.

Não tardou, então, para chegar o empate. Aos 34 minutos, Thalles invadiu a área pela direita, driblou Halisson, mas foi derrubado com o um toque nas pernas. Pênalti que Douglas cobrou bem. Bola na esquerda, goleiro na direita. 1 a 1 em Manaus.

A partir de então, o Vasco fez um abafa no fim da partida, mas conseguiu apenas assustar. Na bagagem, a incerteza do gol levado e permanência no G4 da Série B.

FICHA TÉCNICA:
OESTE 1X1 VASCO

Local: Arena da Amazônia, em Manaus (AM)
Data: 16 de setembro de 2014, terça-feira
Horário: 21h50
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (MS)
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz e Edmilson da Silva Rodrigues (ambos do MS)
Cartões amarelos: Leandro Mello, Dênis e Halisson (OES) e Fabrício, Guiñazu, Edmilson e Douglas (VAS)
Gols: Fábio Santos (OES), aos 19 minutos do primeiro tempo e Douglas (VAS), aos 35 minutos do segundo tempo.

OESTE: Anderson, Ezequiel, Cris, Halisson e Dênis; Leandro Mello (Ramires), Everton Dias (Renan Diniz), Kléber e Roger Gaúcho; Serginho e Fábio Santos (Cristiano)
Técnico: Roberto Cavalo

VASCO: Martín Silva, Diego Renan, Rodrigo, Luan e Lorran; Aranda (Dakson), Guiñazú, Fabrício (Fabrício), Douglas e Maxí Rodríguez (Edmilson) e Kleber
Técnico: Joel Santana

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Joel descontrai ambiente, pede para time “pagar dez” e arranca risos

Mesmo quando está falando sério, Joel Santana consegue arrancar risadas dos jogadores. Não que qualquer erro seja motivo para “bronca”, mas uma flexãozinha... Por exemplo: durante o treino desta quinta-feira, quando Fabrício tentou um chute do meio de campo, o técnico parou e cobrou: “Paga dez!”. Alguns jogadores riram. Principalmente quando o volante argumentou que o goleiro estava adiantado e, no caso de a bola entrar, não precisaria pagar. 

O estilo do técnico vai aos poucos cativando o elenco cruz-maltino. Em seu segundo treino com os titulares, Joel falou bastante com o elenco. Posicionou, reposicionou, reclamou, elogiou, pediu flexões.

- É até engraçado. Você pode errar o passe, mas depende de como erra o passe. Se errar de letra é uma coisa, mas se errar fazendo o certo é outra. Ele prega isso, fazer o simples, o que para nós é melhor. Ali atrás ele fala para não brincar. Por enquanto ainda não (pagou flexão) - contou o zagueiro Douglas Silva. 
joel santana vasco (Foto: Marcos Tristão/Agência Globo)Joel conversa com jogadores do Vasco antes de treino desta quinta-feira (Foto: Marcos Tristão/Agência Globo)
Nesta terça, em São Januário, Joel não só brincou. Fez testes, com Pedro Ken e Thalles entre os titulares, inicialmente, e depois Aranda e Edmilson. Os jogadores estão se adaptando ao estilo. Principalmente pela descontração dos últimos dias. 

- Os primeiros dias têm sido bem proveitosos. O Joel é um treinador descontraído, faz o jogador rir, deixa o atleta à vontade. Ele veio para somar. Sou suspeito para falar sobre o Adilson (ex-treinador) porque tenho muito carinho. Devo muito a ele e só tenho a agradecer. E veio o Joel e deu uma descontraída no time. Ainda não teve muito tempo para trabalhar, mas na palestra e nos últimos dois treinos que tivemos com ele deixou claro como gosta de jogar - disse Douglas.

O Vasco volta a campo no sábado, às 16h10, no Mané Garrincha, pela 22ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O time é o quarto colocado, com 38 pontos.

domingo, 7 de setembro de 2014

Edmundo provoca o Flamengo após derrota e enfurece internautas

O ex-jogador Edmundo causou polêmica nas redes sociais neste fim de semana. Após a derrota do Flamengo para o Grêmio por 1 a 0, no último sábado (06), no Maracanã, o comentarista da Band utilizou sua conta nas redes sociais para provocar o time carioca.
edmundo
Na provocação, Edmundo faz referência à partida do Flamengo no meio de semana, na qual se classificou contra o Coritiba na Copa do Brasil após a arbitragem assinalar dois pênaltis a favor do time carioca.
A brincadeira enfureceu diversos internautas, que passaram a ofender o ex-jogador. Nos comentários da imagem, aparecem referências às mortes causadas por Edmundo em um acidente de trânsito, brigas que o ídolo do Vasco participou em seus tempos de atleta e provocações pelo fato da equipe de São Januário estar na Série B.